Se você acha que disciplina e escolas mais rigorosas no Brasil são coisa do passado, está completamente enganado.

Instituições com regras rígidas estão ganhando cada vez mais seguidores, principalmente estudantes que buscam boas colocações em universidades renomadas — e concorridas — em todo o país.

É claro que no Brasil há escolas públicas e privadas que apresentam métodos mais rigorosos na educação de seus alunos, mas nesse quesito os colégios militares são os campeões.

Disciplina militar

Pertencentes ao Exército Brasileiro, os colégios militares disparam na liderança quando o assunto é rigor no ensino.

Com fama de duronas, as instituições têm regras que começam pela vestimenta, que deve estar sempre impecável, com sapatos lustrados e farda alinhada.

Em relação ao comportamento, não tem jeito: é regime militar! Os estudantes devem total obediência ao professor e aos demais superiores por um motivo muito simples: a certeza da punição, como no Exército. Por conta disso, alunos dificilmente tentam driblar as regras.

No entanto, a linha dura oferece, além de deveres, muitos benefícios. Não é para menos: os colégios militares lideram os rankings de vestibulandos classificados nas melhores universidades do país.

É o reflexo da aliança de boa estrutura das instalações, ensino altamente qualificado e, sempre elas, as regras rígidas.

O objetivo é claro: buscar melhores colocações por meio de um desempenho não apenas satisfatório, mas exemplar.

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Sabedoria oriental

Não é só no Brasil que existem escolas mais rigorosas. Elas estão espalhadas por todo o mundo. No Japão, por exemplo, o rigor alcança a maioria das instituições, que são basicamente públicas em todo o país.

Com uma jornada de oito horas diárias, de segunda a sábado, além das lições e tarefas curriculares, os alunos têm aulas extras de economia e ainda são responsáveis pela limpeza da sala de aula.

Em termos de comportamento, a relação de respeito entre o professor e o aluno é inquestionável e pouco ou nada permissiva, sendo uma falta grave até mesmo o fato de interromper o tutor durante uma explicação.

Fora isso, a defesa da honra, um dos princípios dos japoneses, é extremamente importante e, por conta disso, o aluno é proibido de fazer algo que “manche” seu próprio nome ou o da instituição de ensino a qual ele pertence.

Para inglês ver

Esqueça a escola de mágicos de Harry Potter e foque na realidade. A maioria das universidades inglesas é privada, a preços nada convidativos.

Por isso, a rigidez do ensino se dá em função de um objetivo: garantir uma vaga nessas universidades por meio de bolsas de estudo.

Somente os alunos com as melhores notas é que têm o mínimo de chance de pleitear ajuda financeira que possibilite o ingresso em universidades como Oxford e Cambridge. Nada mal para o currículo, não é mesmo?

À primeira vista, parece ser difícil e penoso fazer parte de escolas mais rigorosas, mas se você pensar que o objetivo é o seu futuro profissional, vale a pena o esforço.

Ficou curioso para saber mais sobre as escolas militares? Então acesse o site do Exército. Aproveite e conheça também um pouco mais do dia a dia dos estudantes japoneses aqui.

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